IGMR nº 289

Missal Romano

289. É por isso que a Igreja recorre sempre à nobre ajuda das artes, e admite as formas de expressão artística próprias de cada povo ou região [107]. Mais ainda, não só se empenha em conservar as obras de arte e os tesouros que nos legaram os séculos passados [108]e, na medida do possível, as adapta às novas necessidades, mas também se esforça por estimular a criação de novas formas, de acordo com a maneira de ser de cada época [109]. Por conseguinte, tanto na formação dos artistas como na escolha das obras de arte a admitir na igreja, deve procurar-se o valor artístico autêntico, que alimente a fé e a piedade e que, por outro lado, corresponda à verdade do seu significado e aos fins a que se destina [110].

 

NOTAS:

[107] Cf. II Conc. do Vaticano, Const. sobre a sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, 123.

[108] Cf. S. Congregação dos Ritos, Instr. Eucharisticum mysterium, 25 de Maio 1967, 24: AAS 59 (1967) 554.

[109] Cf. II Conc. do Vaticano, Const. sobre a sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, 123, 129; S. Congregação dos Ritos, Instr. Inter Oecumenici, 26 de Setembro 1964, n. 13c: AAS 56 (1964) 880.

[110] Cf. II Conc. do Vaticano, Const. sobre a sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, 123.

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