IGMR Nº 3

missal romano

3. O mistério admirável da presença real do Senhor sob as espécies eucarísticas, reafirmado pelo II Concílio do Vaticano [6] e outros documentos do Magistério da Igreja [7], no mesmo sentido e com a mesma doutrina com que o Concílio de Trento o tinha proposto à nossa fé [8], é também claramente expresso na celebração da Missa, não só pelas próprias palavras da consagração, em virtude das quais Cristo se torna presente por transubstanciação, mas também pela forma como, ao longo de toda a liturgia eucarística, se exprimem os sentimentos de suma reverência e adoração. É este o motivo que leva o povo cristão a prestar culto peculiar de adoração a tão admirável Sacramento, na Quinta-Feira da Ceia do Senhor e na solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo.

notas:

[6] II Conc. do Vaticano, Const. sobre a sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, 7, 47; Decr. sobre o ministério e a vida dos Presbíteros, Presbyterorum ordinis, 5, 18.

[7] Cf. Pio XII, Enc. Humani generis, 12 Ag. 1950: AAS 42 (1950) 570-571; Paulo VI, Enc. Mysterium Fidei, 3 Setembro de 1969: AAS 57 (1965) 762-769; Sollemnis Professio Fidei [= Credo do Povo de Deus], 30 Junho 1968, 24-26: AAS 60 (1968) 442-443; S. Congregação dos Ritos, Instr. Eucharisticum mysterium, 25 Maio 1967, 3f, 9: AAS 59 (1967) 543, 547.

[8] Cf. Conc. de Trento, Sessão XIII, 11 de Outubro 1551: DS 1635-1661.

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